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Figuras pouco lembradas – Aymoré Moreira

Aymoré foi goleiro dos mais prestigiados personagens no futebol brasileiro.
Jogou no América, no Palestra Itália e no Botafogo onde atuou por dez anos entre 1936 a 1946.
E foi no clube de General Severiano que foi convocado para a seleção brasileira, onde aconteciam muitas apostas nos jogos.

Aymoré foi goleiro de uma geração que não usava luvas.
A imprensa que acompanhava seus jogos, costumavam chamá-lo um “goleiro elástico e voador”.

Deixou as quatro linhas para ser técnico.
Teve altos e baixos, mais altos do que baixos. Foi treinador da seleção brasileira diversas vezes, chegando mesmo a ser campeão mundial em 1962 no Chile.

O grande jogador morreu em Salvador no dia 26 de julho de 1998 isolado e esquecido de todos.

A gloriosa epopéia do Paulistano na Europa – 1925

Gazeta Esportiva de 1960 – Antonio Mazzoni

É o time do Paulistano que conquistou os europeus!

Depois que os uruguaios conquistaram as Olimpíadas de 1924, a Europa começou a se interessar pelo futebol sul-americano. Assim, um ano depois, cruzaram o atlântico rumo ao velho mundo, o Paulistano do Brasil, o Nacional do Uruguai e o Boca Junior da Argentina, três dos maiores membros da alta aristocracia do “association” da América do Sul.

O projeto do Paulistano foi cuidadosamente elaborado e posto em prática em princípios de 1925 e bem acompanhado pelo Museu dos Esportes. Achando-se então na França, o senhor Antonio Prado Junior entabulou negociações com os poderes esportivos franceses, encontrando da parte do Stade Français o acolhimento mais animador e o tratamento mais cavalheiresco. E assim telegrafando para o Brasil, fez com que se iniciassem os preparativos da partida, nos quais trabalharam de modo decisivo o vice-presidente, o segundo tesoureiro e o diretor esportivo do clube. A este foi entregue a espinhosa tarefa de levar a delegação á Europa.

O Paulistano partiu de São Paulo no dia 10 de fevereiro assim composta:
Chefe: Orlando Pereira.
Capitão do time: Sergio Pereira.
Jogadores: Julio Kuntz Filho. Nestor de Almeida. Clodoaldo Caldeira. Bartolomeu Gugani. Caetano Caldeira. Mauricio Vilela. Epaminondas Motta. Francisco Abate. João Mestre Alijoste. Ernesto Pujol Filho. Antonio Carlos Seixas. Artur Friedenreich. Mario Andrade e Silva. Amphiloquio Marques. Arakem Patusca. Dr. J.J. Seabra. Dr. Durval Junqueira Machado. Miguel Feite e Luiz Lopes de Andrade.
Acompanharam a delegação as senhoras Sergio Pereira, Julio Kuntz e Mario de Macedo.
E, representando a imprensa brasileira, os senhores Dr. Américo Rocha Neto do Estado de São Paulo e Mario Macedo do São Paulo Esportivo.

O encontro de estréia foi entre o Paulistano e o selecionado representativo da França, realizando-se no grande gramado de Bufallo, as portas de Paris. A assistência foi avultadissima uma das maiores registradas na França, tendo comparecido o ministro do Brasil. Dr. Souza Dantas e o ex-governador de São Paulo, então candidato a presidente do Brasil, Dr. Washington Luiz, o príncipe D. Pedro de Orleans e Bragança, o governador de Paris e o representante oficial do governo francês além de toda colônia brasileira, contando-se mesmo, muitas pessoas vindas do interior da França e até da Suíça, só para assistir o encontro. A condição atmosférica era desfavorável, pois fazia muito frio e estava nevando um pouco. O campo, pelo mau estado de conservação, representava para os brasileiros grande desvantagem. O encontro desenvolveu-se normalmente, estando os quadros assim constituídos:
Paulistano: Nestor. Clodoaldo e Barthô. Sergio. Nondas e Abate. Filô. Mario. Friedenreich. Arakem e Netinho. Selecionado francês: Cottenet. Vignoli e Manzannaréz. Dupoiz. Bel e Bonnardel. Cordon. Accard. Liminana. Bardot e Gallay.
O resultado foi de 7 tentos a 2, favorável aos brasileiros. Mereceu esta vitória os mais francos elogios da imprensa e dos esportistas franceses, tendo extraordinário relevo nos jornais brasileiros e argentinos. O jornal francês “Lê Journal” crismou os jogadores do Paulistano, chamando-os “Les Róis du Football”. Os gols foram anotados por Friedenreich três. Mario. Barthô. Filó e Araken para os brasileiros e Bardot e Galoy para os franceses.

Dois dias depois deste triunfo o embaixador do Brasil, Dr. Souza Dantas, oferecia a delegação brasileira um banquete em que tomaram parte todos os elementos dela e as personalidades de mais destaque na imprensa e nos esportes da França, achando-se presentes, também, muitos jornalistas e correspondentes ingleses e norte-americanos.

No dia 22 de março o Paulistano disputou seu ultimo jogo em Paris. Encontrou-se, ainda no campo do Bufallo, com o quadro do Stade Française, um dos mais fortes clubes da França, num dia chuvoso, também com neve e ganhou por 3×1, com gols de Friedenreich
Terminado o encontro, a delegação ofereceu aos diretores do Stade Français um jantar, realizado no Hotel Mont-Thabor.

No domingo, dia 29 de março, o Paulistano jogou em Cette, contra o Cette F. C., clube local. O Paulistano perdeu por 1×0. Sua única derrota em dez jogos. Depois o Paulistano seguiu para Bordéos. No dia 2 de abril, encontrou-se com o Bastidienne, vencendo por 4×0. Friendenreich assinalou três gols e Arakem completou o marcador. Antes do jogo, o cônsul brasileiro em Bordéos, Dr. Matheus de Albuquerque, ofereceu fina recepção a delegação do Paulistano. E na própria manhã do jogo os estudantes e moços formados da delegação, em numero de onze, foram recebidos na tradicional Universidade de Bordéos, como candidatos e portadores de títulos científicos. Dentre todas as delegações esportivas que então visitavam a Europa só a do Paulistano mereceu esta alta e especial distinção.

De Bordéos a delegação regressou a Paris, para no dia 5 de abril ir a Havre, jogar contra o clube do mesmo nome. O Paulistano venceu mais uma por 2×1, gols de Netinho e Friedenreich. Depois do jogo não houve festas, porque tinha falecido, na véspera da partida do presidente do Havre.

Voltando a capital francesa, o Paulistano preparou-se para a parte mais difícil. Tratava-se de sair da França, ir á Suíça, onde se encontram alguns dos melhores jogadores europeus. A delegação partiu, passando por Strasburgo, onde tinha que jogar contra o Strasburgo. Nesta cidade, os brasileiros tiveram uma recepção impressionante, pois teve convite oficial pata visitar a Prefeitura onde foi acolhida como hospede especial da cidade, visitando depois alguns estabelecimentos industriais. No futebol, o jogo foi disputado no dia 10 de abril e o Paulistano ganhou outra vez: 2×1. Seixas e Friedrenreich anotaram para os brasileiros. Depois do jogo, a delegação seguiu, a noite, para Berna, onde na tarde do dia seguinte enfrentou o Auto Tour. Nova vitória por 2×0. Mario e Filó foram os artilheiros do jogo. Estava presente ao encontro o presidente da Confederação Helvética, Sr. Musy. Em Berne o Paulistano foi objeto de distinções especialmente tendo da parte do nosso ministro, Dr. Raul do Rio Branco, a mais cordial acolhida. Na recepção que o representante do Brasil deu a noite, no Hotel Belleuve, compareceu o presidente da Suíça que fez questão de cumprimentar toda a delegação brasileira.

De lá para a Suíça!

De Berne o Paulistano foi para Zurich. Ai culminou a tournée, pois enfrentou, praticamente, o selecionado nacional suíço composto, em grande parte, de jogadores do Young Fellows e do Grasshorppers, vencendo-o por 1×0 gol de Mario.

De volta a Paris o Paulistano começou a se preparar pa o regresso, a despeito de contar com inúmeros convites para jogar em outros países. Tinha na França um ultimo jogo em Rouen no dia 19 de abril. O Paulistano venceu por 3×2, e muita gente ganhou grana fazendo trading. Gols de Mario dois e Friedenreich. Poucos dias antes da partida da delegação, o presidente ofereceu um almoço de despedida, ao qual compareceu o Sr. Washington Luiz. Nessa reunião os elementos da delegação ofereceram-lhe com lembrança, um mimo artístico. Na véspera da saída de Paris, o Stade Français ofereceu um jantar aos diretores do Paulistano, fazendo-se na ocasião, as despedidas.

Os brasileiros deixaram Paris no dia 23 de abril, embarcando em Cherbour, no navio holandês “Flandria”, a bordo do qual foram cumulados de gentilezas. De passagem por Lisboa, receberam convite dos dirigentes locais para desceram a terra e enfrentarem a seleção de Portugal. Este jogo vinha se entabulando desde da passagem de ida pela capital lusitana. Foi o último jogo do Paulistano na Europa. Foi a última vitória dos brasileiros: 6×0. Os gols foram de Friedenreich dois. Mario dois. Filô dois. O segundo tempo durou apenas 30 minutos, a fim de que a delegação do Paulistano não perdesse o navio de retorno ao Brasil.

E a volta…

O regresso foi apoteótico. Desde do Recife até São Paulo, a torcida brasileira vibrou. Na Bahia, em Santos e no Rio, as manifestações continuaram em ritmo de festa. No cômputo geral, foram dez jogos com nove vitórias e uma derrota. O ataque marcou 30 gols e sofreu 8. Os artilheiros foram Friedenreich com 11 gols. Mario 8. Filó 4. Netinho. Arakem e Seixas 2. Barthô 1 gol.

A década do São Paulo de Leônidas da Silva

Os sanpaulinos sempre gostam de dividir o futebol paulista em antes e depois do Pacaembu. Pura verdade. Bastaram dois anos após a inauguração para o tricolor montar uma equipe inesquecível. A estrela maior era Leônidas da Silva, contratado ao Flamengo em 1942 e cuja estréia levou 63.281 pagantes ao Pacaembu. Há quem jure, porém, que, incluindo as pessoas que não pagaram ingressos havia mais de 71 mil presentes, recorde absoluto da história do estádio.

Um ano depois os rivais ainda não assimilavam a existência de um esquadrão e ironizavam: “Se a decisão for no cara ou coroa, o São Paulo só será campeão se a moeda cair em pé”. Pois caiu em 1943 e em outras quatro vezes nos anos quarenta. Também foi tricolor o primeiro bi campeonato no Pacaembu em 1945/46, com uma equipe que, quem viu jogar, jamais esqueceu: Gijo. Piolim e Renganeschi. Rui. Bauer e Noronha. Luizinho. Sastre. Leônidas da Silva. Remo e Teixeirinha.

O Palmeiras campeão em 1944 e 1947, ainda conseguiu quebrar a hegemonia sampaulina, mas um ano depois o São Paulo já estava pronto para mais um período de total supremacia como trader esportivo, trocando jogadores. Com um time renovado conquistou outro bi campeonato: 1948/49, tornando os anos quarenta uma década de completo domínio tricolor.

Nos anos quarenta e cinquenta a torcida do Flamengo se acostumou a ouvir a charanga do Jayme de Carvalho tocar nos jogos do rubro negro. Torcedor fanático do Flamengo, Jayme reunia musicos e torcedores que tocavam e torciam juntos. Era uma torcida organizada e comandada pelo amor que seus componentes tinham pelo Flamengo. Bem diferente dos dias de hoje.

Álbum do Futebol – Carreiro

Álbum do Futebol – Osvaldo Baliza e Biriba

Em 1948 quando Botafogo conquistou o titulo de campeão carioca uma das figuras mais importante do time era o mascote Biriba. Quando o time estava em dificuldades um cachorro em preto e branco entrava em campo, parava o jogo e os jogadores do Botafogo respiravam aliviado.

Arbitro – Mario Vianna

Maria Vianna com dois “nn” foi um das grandes figuras da arbitragem do futebol brasileiro. Na sua época era o melhor e participou dos muitos campeonatos internacionais.
Depois da Copa do Mundo de 1954, quando Mario acusou a Fifa e corrupta ele foi expulso da arbitragem internacional.

Lance – Fluminense 2 x Vasco 0 – 1950

Era o campeonato carioca de 1950. O jogo Fluminense e Vasco da Gama em São Januario e os tricolores venceram por 2×0.

O lance é de uma tentativa de bicicleta do artilheiro Carlayle do Fluminense. Ele aparece na horizontal e pronto para concluir a jogada. O goleiro Barbosa foi mais feliz, socou a bola e afastou o perigo da sua meta. Ainda aparecem na foto o zagueiro Laerte e o atacante Silas.

Ficou apenas a foto sensacional da revista.

Album do Futebol – Carreiro

Nos anos quarenta, Carreira era o craque da ponta esquerda do futebol carioca. Jogador do Fluminense, também defendeu a seleção carioca e brasileira.

Nessa época era assim. Os craques andavam de bicicleta. Bem diferente dos dias de hoje quando até os “pernas de pau” compram seus carros.

O Campo Grande parou no túnel do tempo

Matéria original do Jornal Jogo Extra – 2004

A foto é do pátio da sede do Campo Grande que serve de feirinha para o clube arrecadar alguns reais.

Esquecido na terceira divisão carioca, o Campo Grande padece na história do futebol do Rio de Janeiro, quase igual ao Bangu. Hoje, o campeão da Taça de Prata de 1982, é o retrato da miséria. Os olhos do roupeiro Russo brilham ao relembrar boa parte de seus 40 anos no Campo Grande, onde trabalha desde 1964. Fala com saudade dos tempos em que o clube produzia ídolos como Dadá Maravilha que fez seus primeiros gols de sua carreira, ainda juvenil, em 1965. Hoje, não há mais craques, nem ídolos. Não há sequer futebol. Quase não há mais clube. A situação é de insolvência em mais um triste retrato da agonia que tomou conta dos pequenos clubes suburbanos. (mais…)

O desleixo com a história do Bangu

Notícia Original:

Jornal – Jogo Extra de 2004

Ginásio do Bangu virou estacionamento

A foto é do ginasio do Bangu servindo de estacionamento.

Rebaixado para a segunda divisão, talvez seja o castigo pelo descaso com a própria história. Hoje, o Bangu é um clube sem alma. A glamourosa sede social na Rua Cônego Vasconcelos, erguida pelos ingleses no inicio do século passado, está abandonada, socorrida por estruturas metálicas que mancham sua beleza. O charmoso salão nobre, palco de bailes e peças teatrais que reuniam a nata do bairro, está trancado com grades.. Como um livro de páginas arrancadas, a festa dos 100 anos, no dia 17 abril, não está escrita ali. A diretoria preferiu faze-la numa casa de festas.

Dentro da sede, o cenário é desolador. O corredor que dá acesso ao salão nobre assusta. Buracos e infiltrações no teto são convidados nada de honra. O ginásio do clube virou estacionamento. Por um real pode-se deixar o carro sobre os tacos de madeira onde José Carlos Moura, filho de Vivi, campeão carioca de futebol pelo Bangu em 1933, foi campeão brasileiro juvenil de vôlei em 1956. Será difícil mudar o curso da história. O clube não vem mais aparecendo encabeçando a lista de apostadores dos sites de Trader Esportivo… Segundo o presidente social João Paulo, só 50 sócios pagam em dia a mensalidade. Os salários dos funcionários estão atrasados em três ou quatro meses.

Apenas o estádio não passa vergonha. Está longe na modernidade, mas com a pintura em dia, razoável conservação e gramado decente. Para voltar a ser o Bangu de seus dias gloriosos, tem que começar do zero.

 

Comentários: onde já se viu, hein? Estacionamento?!?

Notícias Internacionais #1

Evaristo no Barcelona

Depois de ajudar o Flamengo a conquistar o tri campeonato em 1955, Evaristo de Macedo se transferiu para o Barcelona da Espanha. Depois ainda jogou pelo Real Madri. Foi ídolo das duas torcidas e é sempre lembrado para participar de festividades dos clubes espanhois.

Maradona

O grande craque argentino parece que tomou jeito e conseguiu reagir contra as drogas. Para a galera argentina isso é muito bom.

Almir Pernambiquinho no Boca Junior

Almir Pernambiquinho - Museu dos Esportes

 

O polêmico Almir jogou em muitos clubes no Brasil e no exterior. Na Argentina vestiu a camisa do Boca Junior ao lados dos brasileiros Paulo Valentim e Dino Sani.

De dificil temperamento Almir não conseguia ficar por muito tempo em clube algum.

 

Comentários: tempos bons esse. Futebol mais leve, arte, sem muita agressividade. Hoje em dia a canela desses caras não iam durar muito.

Naquela época, notícias de Maradona e suas drogas. Quem diria… uma notícia dessa fariam as apostas no jogador cair astronomicamente!

Brasileiros Viajam de Navio

Notícia original:

Brasileiros dando volta de navio! Museu dos Esportes

Até os anos quarenta clubes e seleção brasileira viajavam para o exterior de navio.

Domingos da Guia, Tim, Osvaldo e Afonsinho aparecem no navio que levava a seleção brasileira para Montevidéu onde seria disputado o sul-americano de 1942.

Comentários: já foi luxo andar de navio! Hoje em dia, se for de avião comum os jogadores já vão achar ruim! Rs…

As coisas mudam: de demora pra ir para um jogo de navio até assistir jogo e apostar online

Álbum do Futebol – Ariosto e Orlando

Mais uma do túnel do tempo, do nosso Álbum do Futebol!

(com uma edição básica para mostrar a camisa do Fluminense!)

Museu dos Esportes - Ariosto e Orlando

O clássico Botafogo e Fluminense de 1951 tinha dois atacantes que sabiam fazer gols.

Ariosto de General Severino não demorou muito tempo no Botafogo. Jogou em uma época que o time alvinegro esta em transição.

Orlando, o pingo de ouro, saiu do Náutico de Recife para brilhar no Fluminense onde foi campeão em 1946 e 1951.

Jogou quase dez anos no clube das Laranjeiras.

Naquela época ainda era difícil ganhar dinheiro com futebol.
Hoje em dia, tem gente ganhando dinheiro assistindo futebol…

Em breve mais conteúdo para o nosso álbum e também mais notícias!
Tem algum recorte de jornal em casa? Alguma foto épica? Mande pra gente!!!